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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A relação massa-energia




Até o início do século XX, os cientistas acreditavam que a energia e a massa de um corpo são propriedades totalmente distintas, isto é, não poderia haver qualquer relação entre essas grandezas. Porém, em 1905, quando o grande físico alemão Albert Einstein (1879-1955) publicou sua obra Sobre a Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento, onde apresentava sua Teoria da Relatividade, começou-se a perceber que poderia haver, sim, uma relação entre a massa e a energia de um corpo, afirmando-se, ainda, que a massa poderia ser uma fonte de energia.


Desde os 16 anos de idade, Einstein imaginava o que ocorreria com um corpo se ele pudesse se movimentar com uma velocidade próxima ou igual a da luz (a velocidade da luz, que é usualmente representado por c, é aproximadamente igual a 300 000 km/s). E daí que foi surgindo uma teoria que iria revolucionar todo o pensamento científico.


Segundo a Teoria da Relatividade, se um corpo de massa m pudesse se movimentar com uma velocidade c igual a da luz, sua massa iria variar a tal ponto que ele teria uma energia inicial E0 (acarretada pela variação de massa) diretamente proporcional a sua massa m e ao quadrado da velocidade da luz c, isto é, E0 = mc². Entretanto, essa é uma energia constante da massa do corpo que, mesmo que ele esteja em repouso ele terá como grandeza. Se realmente esse corpo estivesse se movimentando com uma velocidade igual a da luz, ele teria uma outra energia relacionada com seu movimento, denominada energia cinética K. Portanto, sua energia total Et seria a soma da sua energia inicial mc² com sua energia cinética K, ou seja, Et = mc² + K. Todavia, segundo o próprio Einstein, é impossível um corpo macroscópico atingir uma velocidade igual a da luz.


Essa relação massa-energia causou uma tremenda revolução na Física, sendo uma das teorias mais complexas que já propuseram.

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