A Ciência atua do muito pequeno ao muito grande.

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"O poder da humanidade que criou este imenso campo do saber há de ter forças para levá-lo ao bom caminho". (Bertrand Russel, filósofo e matemático inglês do século XX)



sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A Descoberta dos Raios X











Em Novembro de 1895, o grande físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (1845-1923) descobriu que, passando eletricidade pelo vácuo, ele produzia um novo tipo de radiação de alta energia que ele denominou raios X, por desconhecer a natureza de tais raios (X = desconhecido).




Röntgen também descobriu que um feixe de raios X podia passar através do corpo para produzir uma placa fotográfica. Röntgen observou que os ossos apareciam como imagens claras na placa, enquanto tecidos macios, como músculos e pele, eram muito menos nítidos. Isso ocorre porque os raios X têm a capacidade de atravessar tecidos fino e esponjosos, como pele e músculos, porém, são absorvidos por tecidos sólidos e rígidos, como ossos. Röntgen, por exemplo, foi o primeiro homem a fazer uma radiografia de sua própria mão.




Em semanas, a descoberta de Röntgen foi recebida como uma das mais significativas para a história da medicina. Pela primeira vez, médicos poderiam olhar no interior dos corpos sem precisar cortá-los. Atualmente os raios X são usados rotineiramente para detectar ossos quebrados e outras desordens. Raios X também são usados em combinações com computadores em Scanners de Tomografia Computadorizada (CT). Scanners CT produzem imagens em forma de "fatias" do corpo que mostram tanto tecidos moles quanto os duros. A ideia de scanners CT foi desenvolvida pelo engenheiro inglês Godfrey.




Atualmente também sabemos que os raios X são ondas eletromagnéticas com freqüências contidas em 10²² Hz (hertz)! Por terem uma freqüência extremamente elevada, carregam grande quantidade de energia e, por esta razão, podem danificar a formação de células animais, causando câncer ou mutação genética.




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